After Womex - Orquestra Contemporânea de Olinda e Grupo Bongar |

08 Nov 2013 23h Clube Atlântico

ORQUESTRA CONTEMPORÂNEA DE OLINDA E BONGAR

 

A Orquestra Contemporânea de Olinda e o Bongar vão trazer pra Olinda o show realizado na Womex 2013, em Cardiff (País de Gales). As duas bandas pernambucanas foram as únicas do país selecionadas pela mais importante feira internacional de música do mundo, provando que a música produzida no estado atrai a atenção do mundo pela sua criatividade e originalidade.

Na festa do dia 8 de novembro (sexta-feira), os grupos vão fazer uma noite dançante em Olinda, para o público de casa. A festa conta com a discotecagem do DJ Patricktor4, que também volta de turnê na Europa. 

 

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ORQUESTRA CONTEMPORÂNEA DE OLINDA

A Orquestra Contemporânea de Olinda surgiu em 2007 do encontro entre músicos de frevo do tradicional Grêmio Musical Henrique Dias e expressivos nomes da nova geração musical pernambucana. Em cinco anos de existência, desenvolveu uma significativa trajetória. No primeiro disco, homônimo, lançado pelo selo Som Livre Apresenta, ganhou a indicação ao Grammy Latino 2009 na categoria de Melhor Álbum de Música Regional Brasileira e foi finalista da categoria regional do Prêmio da Música Brasileira. O grupo teve o show considerado entre os melhores de 2008 pelo jornal O Globo e conquistou meia página de elogios em crítica no The New York Times, após concerto com ingressos esgotados no Lincoln Center (NY), em 2010.

Idealizada pelo percussionista Gilú Amaral (apontado por Naná Vasconcelos como um dos mais criativos nomes da nova geração), o grupo traz como marca duas das maiores “escolas” de referência da música pernambucana: a percussão e os sopros (com um quarteto de tuba, sax, trompete e trombone liderados pelo maestro Ivan do Espírito Santo), todos provindos da primeira escola profissionalizante de música de Pernambuco, o Grêmio Musical Henrique Dias (1954), em atividade ininterrupta até hoje. Unem-se a eles, ainda, baixo, microkorg, guitarra, rabeca e um duo de vozes masculinas, numa formação surpreendente e nada convencional. Quem toma conta da musicalidade são conceituados músicos pernambucanos, muitos com trabalhos solo e que já estiveram em projetos como Otto, Mundo Livre S/A, Bonsucesso Sambaclube, Academia da Berlinda, entre outros. São eles: Gilú Amaral (percussão), Rapha B (bateria), Hugo Gila (baixo e microkorn), Juliano Holanda (guitarra), Maciel Salú (rabeca e voz), Tiné (voz e percussão fina), Maestro Ivan do Espírito Santo (sax e flauta), Roque Netto (trompete e flugelhorn), Babá do Trombone (trombone) e Alex Santana (tuba).

Em 2012, a Orquestra lançou seu segundo disco da carreira, intitulado Pra ficar. O novo álbum, totalmente autoral, tem como produtor musical o norte-americano Arto Lindsay, conceituado entre grandes nomes da música brasileira e mundial. Na primeira semana de disponibilização gratuita na internet, o disco atingiu a marca de 10 mil downloads. O trabalho também chamou atenção da imprensa especializada e esteve nas primeiras páginas dos cadernos de Cultura de todos os jornais de grande circulação do estado de Pernambuco, recebendo ainda matérias de destaque em veículos nacionais, entre eles O Estado de São Paulo, Correio Braziliense, Hoje em Dia (MG), Portal MTV e O Globo Online.

 

BONGAR

O Bongar é composto por seis jovens integrantes do terreiro Xambá do Quilombo do Portão do Gelo, em Olinda. O grupo foi fundado em 2001, com o propósito de levar aos palcos a tradicional festa do Coco da Xambá, que se realiza na comunidade há mais de 40 anos, no dia 29 de junho. O grupo Bongar tem um trabalho voltado para preservação e divulgação da cultura pernambucana. A formação musical dos integrantes tem origem no universo popular, especificamente da comunidade religiosa Xambá. O Bongar mostra em suas apresentações toda a musicalidade do Coco da Xambá, uma vertente desse ritmo tão presente no Nordeste do Brasil, além de ciranda, maracatu, candomblé, entre outros ritmos da cultura de raízes. O Bongar também realiza oficinas de percussão e dança popular, confecção de instrumentos, aulas-espetáculos e palestras. O público, através do show do Bongar terá a oportunidade de conhecer, não só a música e a dança deste coco tão peculiar, mas compreender a formação histórica e cultural desta Nação. O Bongar tem uma musicalidade muito forte de diversas influências musicais, vivenciadas nos cultos afro-brasileiros, principalmente da linhagem Xambá. Os integrantes do grupo herdaram toda essa musicalidade desde a infância, ouvindo os mais velhos e aprendendo com eles os toques, as loas e as danças, durante as festas da Casa Xambá.

O Bongar tem uma musicalidade muito forte de diversas influências musicais, vivenciadas nos cultos afro-brasileiros, principalmente da linhagem Xambá. Os integrantes do grupo herdaram toda essa musicalidade desde a infância, ouvindo os mais velhos e aprendendo com eles os toques, as loas e as danças, durante as festas da Casa Xambá. oportunidade de conhecer, não só a música e a dança deste coco tão peculiar, mas compreender a formação histórica e cultural desta Nação. O Bongar tem uma musicalidade muito forte de diversas influências musicais, vivenciadas nos cultos afro-brasileiros, principalmente da linhagem Xambá. Os integrantes do grupo herdaram toda essa musicalidade desde a infância, ouvindo os mais velhos e aprendendo com eles os toques, as loas e as danças, durante as festas da Casa Xambá.

PATRICKTOR4

Patricktor4 é um dos principais djs e produtores brasileiros da atualidade, baiano de nascimento ele passou boa parte da vida girando pelo norte e nordeste brasileiro onde viu, ouviu e absorveu todas as influencias da música popular produzida e consumida nestes lugares.

Como dj e radialista Patricktor4 desconstrói a pluralidade étnica que forma a musicalidade do Brasil, reconectando a seus equivalentes pelo mundo que se utilizam dos mesmos elementos pra formar outras tendências; assim do Baião nordestino ao Balkan beats do leste europeu, do funk Carioca ao Kuduro africano, do Tecnobrega Paraense à latina Cumbia Digital, da Guitarrada amazônica ao Zouk caribenho, do Afoxé baiano ao Afrobeat da Nigéria, o resultado de todas estas combinações está em sua performance cheia de batidas Tropicais; divertida, surpreendente e altamente dançante.

Em “Cai na Roda” single de seu próximo disco “Mestiç(z)o”, tor4 mescla os elementos da capoeira com a batida afro-brasileira do afoxé temperada com as frequências graves do Tropical bass com a voz de Zé Gleisson.

 

LOCAL

Clube Atlântico

Clube Atlântico de Olinda - Avenida Doutor Manoel de Barros Lima, Olinda - Pernambuco, República Federativa do Brasil
Olinda, Pernambuco

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