Hipnose, mitos e verdades

01 Dez 2015 08h - 01 Dez 2015 11h Via Web

Os milênios passados são testemunhas dos fenômenos hipnóticos que ocorreram com o ser humano, Os efeitos e feitos naturais, dessa forma, de origem do nosso criador, sempre foram perseguidos, mau utilizados, mau compreendidos, por não terem uma explicação que se encaixa no sistema vigente da época, sejam quaisquer que forem, político, religioso ou social.

Sua definição é controversa e é utilizado desde velhos tempos por sociedades, líderes, religiões e nas relações entre aproveitadores, ignorantes, incautos. Até hoje envolvem as aplicações, procedimentos, eficiência, eficácia, enfim... em uma neblina de incerteza e obscuridade.
A simples menção do seu nome afasta qualquer tentativa de desmitifica-lo, usado com outro nome flui e elimina qualquer resistência na aceitação.

O que é desconhecido dá medo, a história diz que nossos ancestrais deram crédito indevido, cego e irracional ao fogo, trovão, cometas, eclipses, doenças, conceitos que em uma escala evolutiva perante mentes despreparadas foram úteis no seu tempo, e que:
  • De um lado a religião
    a) Que perseguiu e levou muita gente boa a fogueira, ao ostracismo e esquecimento.
    b) Teve como base a fé o poder, e em ensinamentos antigos mal interpretados pela maioria
  • Do outro lado a reação da ciência clássica
    a) Ora Newtoniana ora Cartesiana, ensinada até hoje nos meios acadêmicos,
    b) Separa mente do corpo como duas coisas diferentes deixando muitos assuntos em aberto
  • Por fim (década de 30 pra cá) a Física e Mecânica Quântica,
    a) Que preenche as lacunas cientificas e matemáticas, une o universo, homem corpo e mente (fenômeno da não localidade, universo quântico holográfico)
    c) Fechando o ciclo dos ensinamentos antigos e religiosos, desta vez com outra roupagem e explicações
    c) Surgiu uma necessidade de compreender e unir Homem, Religião, Ciência e novos paradigmas que ainda não atingiu a consciência coletiva por diversos motivos, sociais, político, enfim... um deles em virtude de crenças que limitam essa compreensão.
James Braide (1842) deu um nome que pegou, logo depois tentou mudar, percebendo o erro, mas é certo que um estígma muito negativo persiste há um certo tempo. Para fugir disso e utilizar os fenômenos são usadas expressões bem estudadas e aceitas pelo público, com visão e idéias aparentemente revolucionárias mas de conceitos antigos e com outro nome como: Mensagem subliminar, Sugestão, Indução, PNL, Sessão, Pagação, Sermão, Culto ...

Quer entender essa visão sobre Hipnose? Participe do Hangout.
Comentários