MOSTRA DE REPERTÓRIO DE ESPETÁCULOS COM A VOLTA DO “BORDERLINE” AOS PALCOS POTIGUARES, E MUITO MAIS!


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PROGRAMAÇÃO COMPLETA:

- Espetáculo “Borderline”
Dias: 16 e 17 de julho (sábado e domingo)
Horários: 20h
Local: Teatro de Cultura Popular (R. Jundiaí, 641, Tirol, ao lado da Fundação José Augusto)
Ingressos: R$ 15,00 meia

- Espetáculo “Quando A Vela Apaga”
Dia: 21 de julho (quinta-feira)
Horários: 19h (primeira sessão) e 20h10 (segunda sessão)
Local: Pinacoteca Potiguar (Prç Sete de Setembro, s/n, entrada pelo portão lateral, em frente à Prefeitura do Natal)
Ingressos: R$ 15,00 meia

- Pré-estreia do espetáculo “A Mulher Monstro”
Dias: 22, 23 e 24 de julho (sexta-feira, sábado e domingo)
Horários: 20h
Local: Teatro de Cultura Popular (R. Jundiaí, 641, Tirol, ao lado da Fundação José Augusto)
Ingressos: R$ 10,00 meia

A classificação indicativa para toda a programação é de 16 anos. Ingressos em valor único promocional antecipado.

Sobre Borderline:
O solo fala das questões do íntimo, em paralelo as relações familiares, com redes sociais e consequências na geração dos anos 90. É inspirado artisticamente no não tão popular “transtorno de personalidade limítrofe”, conhecido como borderline. Rutras conta fatos de sua vida, expressa seus sentimentos e memórias numa verdadeira hemorragia emocional, preso ao que chama de "concha" - um hospital psiquiátrico ou sua própria mente em devaneio. Em um discurso por momentos niilista, expressa um olhar radical e metafórico sobre sua criação e suas referências. Passa por desencontros e acontecimentos marcantes. Rutras é fruto de uma geração carimbada por imposições individualistas, consumistas, exibicionistas e de camisinhas rasgadas. O que é lucidez ou loucura em tempos de imposições éticas e morais nessa cosmopolitividade que se vive? Tudo é contado em momentos de surtos, sem omissão de detalhes, em um monólogo emocionante, diante de tabus ininterruptos, minimalista e altamente visceral.

Com o espetáculo, José Neto Barbosa recebeu o título de Melhor Ator do Teatro Nacional pela Academia de Artes no Teatro do Brasil. Estreou em 2013. O texto e a direção é de Júnior Dalberto. A peça passou por diversos estados do Brasil, mais de 12 teatros em quase 50 apresentações. Recebendo prêmios Brasil afora, sucesso de público e crítica não só no Festival de Curitiba (FRINGE 2014 e 2015), foi convidado a abrir o 43º FENATA/UEPG/Paraná. Circulou 2 anos em todos os teatros em funcionamento do RN. Passou também pelas capitais e festivais do interior da Paraíba e Pernambuco.

Sobre Quando A Vela Apaga:
O espetáculo itinerante Quando a Vela Apaga têm causado medo na capital potiguar: trata do medo e outros horrores dentro de uma"mansão clássica", a Pinacoteca Potiguar. Fruto das ações formativas ministradas pelos integrantes da Cia (José Neto, Mylena Sousa e Paulo Sergio Gurgel), a obra resgata contos e figuras de suspense/terror do imaginário popular. A plateia é convidada a embarcar numa verdadeira aventura nas dependências do antigo Palácio da Cultura, como um filme de terror ao vivo. Um percurso com cenas e intensas surpresas, onde uma equipe de quase 20 atores e profissionais se desdobram para fazer diversas ficções ganharem vida.

Sobre A Mulher Monstro:
O novo e extremamente polêmico espetáculo A Mulher Monstro, é uma obra baseada no conto Creme de Alface do emblemático Caio Fernando Abreu. A dramaturgia aborda uma mulher, porém com características infelizmente não singulares a milhares de brasileiros. Racista, machista, sexista, gordofóbica, homofóbica, reacionária e fundamentalista religiosa são alguns dos adjetivos que descrevem a burguesa intolerante e preconceituosa. Apesar de seu pensamento político equivocado, A Mulher Monstro ainda sim é uma humana: com suas inquietudes, dificuldades e peculiaridades como qualquer pessoa. A peça levanta os questionamentos acerca dos elementos que incitam as nossas posições julgadoras do que está ao nosso redor, com foco em espelhar as monstruosidades ditas no cotidiano contraditório do atual momento político do país – onde o ódio se mostra sem vergonha, principalmente nas pseudo-opiniões das redes sociais e nas lamentáveis posturas de figuras públicas. O texto foi criado pelo próprio ator José Neto Barbosa diante das barbáries sempre lidas e ouvidas de forma tão escancarada no dia a dia e, agora, acentuada dos últimos tempos.


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