Orquestra Contemporânea de Olinda convida Zé Manoel

25 Mai 2013 21h Teatro Luiz Mendonça

INGRESSOS TAMBéM à VENDA NA CREPERIA DE OLINDA (Carmo, Olinda), NA 3EMEIO (R.Prof. José Brandão, 163, 3 andar, Boa Viagem) até o dia 24 (sexta) e na bilheteria do Teatro Luiz Mendonça no DIA DO EVENTO, a partir das 14h.

ORQUESTRA CONTEMPORÂNEA DE OLINDA CONVIDA ZÉ MANOEL

Dois expoentes da música pernambucana juntos, no mesmo show.

A Orquestra Contemporânea de Olinda se prepara para sair em turnê pelo Brasil. Recém contemplada no programa Petrobras Cultural, a banda quer celebrar com o público pernambucano a premiação e mostrar em primeira mão, em sua terra natal, o espetáculo que vai circular por doze estados brasileiros. O show terá clima de comemoração e vem com um convidado especial: o pernambucano Zé Manoel. Assim, fica mais do que claro que Pernambuco vive um momento criativo e precioso, com um produtividade musical que chama atenção do mundo. No repertório terá músicas dos dois discos da OCO, além de músicas de Zé Manoel, rearranjadas pela Orquestra.

O projeto "Orquestra Contemporânea de Olinda convida" tem sua primeira edição no Teatro Luiz Mendonça, um espaço incrível, onde a OCO e, com certeza vários fãs da banda, pisam pela primeira vez. Vai ser bonito!

Fiquem atentos: O "Orquestra Contemporânea de Olinda convida" vai trazer outros nomes da música aos palcos pernambucamos. Queremos dicas!

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ORQUESTRA CONTEMPORÂNEA DE OLINDA

A Orquestra Contemporânea de Olinda surgiu em 2007 do encontro entre músicos de frevo do tradicional Grêmio Musical Henrique Dias e expressivos nomes da nova geração musical pernambucana. Em cinco anos de existência, desenvolveu uma significativa trajetória. No primeiro disco, homônimo, lançado pelo selo Som Livre Apresenta, ganhou a indicação ao Grammy Latino 2009 na categoria de Melhor Álbum de Música Regional Brasileira e foi finalista da categoria regional do Prêmio da Música Brasileira. O grupo teve o show considerado entre os melhores de 2008 pelo jornal O Globo e conquistou meia página de elogios em crítica no The New York Times, após concerto com ingressos esgotados no Lincoln Center (NY), em 2010.

Idealizada pelo percussionista Gilú Amaral (apontado por Naná Vasconcelos como um dos mais criativos nomes da nova geração), o grupo traz como marca duas das maiores “escolas” de referência da música pernambucana: a percussão e os sopros (com um quarteto de tuba, sax, trompete e trombone liderados pelo maestro Ivan do Espírito Santo), todos provindos da primeira escola profissionalizante de música de Pernambuco, o Grêmio Musical Henrique Dias (1954), em atividade ininterrupta até hoje. Unem-se a eles, ainda, baixo, microkorg, guitarra, rabeca e um duo de vozes masculinas, numa formação surpreendente e nada convencional. Quem toma conta da musicalidade são conceituados músicos pernambucanos, muitos com trabalhos solo e que já estiveram em projetos como Otto, Mundo Livre S/A, Bonsucesso Sambaclube, Academia da Berlinda, entre outros. São eles: Gilú Amaral (percussão), Rapha B (bateria), Hugo Gila (baixo e microkorn), Juliano Holanda (guitarra), Maciel Salú (rabeca e voz), Tiné (voz e percussão fina), Maestro Ivan do Espírito Santo (sax e flauta), Roque Netto (trompete e flugelhorn), Babá do Trombone (trombone) e Alex Santana (tuba).

Em 2012, a Orquestra lançou seu segundo disco da carreira, intitulado Pra ficar. O novo álbum, totalmente autoral, tem como produtor musical o norte-americano Arto Lindsay, conceituado entre grandes nomes da música brasileira e mundial. Na primeira semana de disponibilização gratuita na internet, o disco atingiu a marca de 10 mil downloads. O trabalho também chamou atenção da imprensa especializada e esteve nas primeiras páginas dos cadernos de Cultura de todos os jornais de grande circulação do estado de Pernambuco, recebendo ainda matérias de destaque em veículos nacionais, entre eles O Estado de São Paulo, Correio Braziliense, Hoje em Dia (MG), Portal MTV e O Globo Online.

 

ZÉ MANOEL

As primeiras delicadezas do petrolinense Zé Manoel foram incentivadas nas aulas de piano, instruídas por valsas e choros de compositores brasileiros, como Ernesto Nazareth, Chiquinha Gonzaga, Zequinha Abreu e Branca Bilhar. Os trilhos para a carreira de cantor, pianista e compositor foram lapidados, posteriormente, pela descoberta de outras melodias nacionais de ícones da Música Popular Brasileira, entre eles: Dorival Caymmi, Tom Jobim, Chico Buarque e Sivuca. 

O lançamento do primeiro CD, em 2012, alavancou o reconhecimento ao trabalho de Zé Manoel, que este ano apresentou-se em eventos como o 19º Janeiro de Grandes Espetáculos, a sexta edição da convenção internacional Porto Musical e o Carnaval de Pernambuco. Além do projeto autoral, em 2012 Zé Manoel participou de projetos arrojados como “O Lado B de Gonzagão”, que reuniu artistas pernambucanos de diferentes gerações para dar uma nova roupagem a canções menos conhecidas do Mestre Lua. O pianista também compôs os arranjos e emprestou sua voz às músicas do livro infantil “O Inventor do Sorriso”, escrito e ilustrado por Walther Moreira Santos.

Em 2011 foi convidado a participar do projeto Observa e Toca – Ao Vivo em Estúdio, junto a artistas como Lula Côrtes, Mundo Livre S.A. e Grupo Bongar, além de fazer uma participação no álbum Beleza da Noite, do produtor alemão Meeco, trabalho que ainda contou com a habilidade do violoncelista Jaques Morelenbaum, de Freddy Cole, Joe Bataan, Jane Birkin, da cantora Eloisia, da banda francesa Nouvelle Vague, dentre outros.

Sob encomenda do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), em 2005, compôs a música tema do evento internacional "Um Mundo para a Criança e o Adolescente do Semi-árido". Com o lançamento do primeiro EP, em 2009, teve uma música incluída na coletânea Music From Pernambuco - Vol. 3, idealizada pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) para divulgação da cena musical do estado.

LOCAL

Teatro Luiz Mendonça

Parque Dona Lindu - Rua Setúbal, Recife - Pernambuco, República Federativa do Brasil
Recife, Pernambuco

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